sábado, 26 de junho de 2010

Meu homem-troféu


Desfilo com ele em punho, exibindo seu brilho. Com um sorriso de quem tem um segredo, um baú do tesouro enterrado no quintal de casa. No rosto, estampado o orgulho de quem arrematou uma peça rara entre imitações baratas do leilão da vida. E como uma criança linguaruda, conto aqui sobre esse amuleto, alvo do meu desejo. Tenho sorte, ele é meu.

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Mapa do futuro


Hoje vou acreditar em destino, vou deixar que me apontem o caminho. Que me mostrem que eu não estou sozinha, que a culpa não é minha e que o que é meu irá chegar, basta eu ter a sabedoria de saber esperar.

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Para onde olhar?


Eu nasci para trilhar o caminho mais difícil, trabalhar duro, conquistar as coisas com muito suor e aos poucos. Subir cada degrau de uma vez. De acordo com a sina atribuída aos capricornianos, esse é o meu destino. Eu não acredito em horóscopo, mas tenho que dizer que, até agora, essa profecia vem se concretizando. Porém, minhas pernas já começam a ficar cansadas. Começo a pensar quantos passos curtos e pesados eu ainda preciso dar para conseguir o mínimo que espero para mim. Não é muito, garanto para você!
É, talvez seja mais fácil começar a acreditar em horóscopo e aceitar esse meu destino de uma vez. É que, não me ajuda muito nesta minha situação de busca por algo maior ter sido criada como católica... Cansei de ouvir sermões de padres sobre como Deus nos dá talentos e precisamos multiplicá-los. Isso que dá crer em algo que fala do passado para que a gente escreva o nosso futuro. Não seria mais cômodo e menos desesperador confiar em pessoas, filosofias e seitas que nos dêem nosso futuro já pronto? Como o tal do horóscopo, por exemplo?! E isso me leva ao meu pensamento inicial: nasci para trilhar o caminho mais difícil. Até na escolha de minha religião essa carga capricorniana me persegue. Estou começando a achar que astrologia não tem nada de destino. Ele é uma baita de uma maldição, isso sim.

Ok, vou falar!

Chega para a psiquiatra e diga: "Olha, doutora, eu não preciso de remédios, mas a minha família precisa que eu os tome".

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Crescendo e aprendendo

A gente descobre que virou adulto quando constata o quão mal nossos pais dirigem.