quarta-feira, 28 de julho de 2010

O entendimento é subjetivo


A capacidade de interpretar falas, conversas, palavras e gestos é algo que definitivamente todos deveriam desenvolver. E nessas horas só peço para deixar a criatividade de lado, mais adequada para ser usada na interpretação de músicas, poesias, pinturas e outras expressões artísticas. Em uma conversa, que só seja entendido o claro, o óbvio ou o mais plausível no contexto falado. Ou até, pelo menos, que não sejam atribuídos ao locutor os mesmos devaneios criativos existentes na cabeça do espectador. Não que eu não aprecie a dádiva da inventividade, mas prefiro ser compreendida a ter atribuídos às minhas palavras sentidos cruelmente fantasiosos. Até as minhas ironias são mais simples do que possam parecer.

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