
Eu já adotei a filosofia da liberdade ortográfica. Com essa bagunça que está por aí, decidi me expressar da maneira que me der na telha. Chega de regra! Viva a anarquia gramatical!
Trema: Antes era obrigatório em alguns casos, depois tornou-se facultativo e por fim proibido. Agora, decidi que enfeitarei minhas palavras com trema quando quiser dar-lhes mais brilho. Quando quiser coroá-las. “Amigo”, por exemplo, vai tornar-se “amïgo” quando referido àqueles que reinam em meu coração.
Hífen: Em certos casos ele já é facultativo. Em outros, liga palavras que, juntas, formam um termo já consagrado pelo uso. Quem define essa consagração? Determino, então, que a relação não pode existir sem o respeito (“relação-respeito”), a vida tem que ter alegria (“vida-alegria”), eu não vivo mais sem ele (“eu-ele”).
Na minha classificação particular, também vou juntar aquelas palavras que julgar que precisem se aproximar, se apaixonar. Como uma mãe que coloca dois irmãos brigados abraçados para que se perdoem. Como um cupido juntando amores. Nesse caso, só pode ter poder quem tem caráter; dinheiro e solidariedade passam a ser inseparáveis; a fé traz junto a realização.
Acentos: Se caíram em determinadas circunstâncias, na minha gramática eles serão usados quando eu bem entender. A linguagem deve falar por si. Deve ser visual, clara, quase tocável. Eu apoio (apóio) as mudanças que não necessitem de apoio (sim, apoio) de alguém para serem entendidas. Se a pessoa para (pára) para (para mesmo) reler a cada frase, não acredito que esta forma de expressão, que é a escrita, esteja sendo usada da melhor maneira.
Trema: Antes era obrigatório em alguns casos, depois tornou-se facultativo e por fim proibido. Agora, decidi que enfeitarei minhas palavras com trema quando quiser dar-lhes mais brilho. Quando quiser coroá-las. “Amigo”, por exemplo, vai tornar-se “amïgo” quando referido àqueles que reinam em meu coração.
Hífen: Em certos casos ele já é facultativo. Em outros, liga palavras que, juntas, formam um termo já consagrado pelo uso. Quem define essa consagração? Determino, então, que a relação não pode existir sem o respeito (“relação-respeito”), a vida tem que ter alegria (“vida-alegria”), eu não vivo mais sem ele (“eu-ele”).
Na minha classificação particular, também vou juntar aquelas palavras que julgar que precisem se aproximar, se apaixonar. Como uma mãe que coloca dois irmãos brigados abraçados para que se perdoem. Como um cupido juntando amores. Nesse caso, só pode ter poder quem tem caráter; dinheiro e solidariedade passam a ser inseparáveis; a fé traz junto a realização.
Acentos: Se caíram em determinadas circunstâncias, na minha gramática eles serão usados quando eu bem entender. A linguagem deve falar por si. Deve ser visual, clara, quase tocável. Eu apoio (apóio) as mudanças que não necessitem de apoio (sim, apoio) de alguém para serem entendidas. Se a pessoa para (pára) para (para mesmo) reler a cada frase, não acredito que esta forma de expressão, que é a escrita, esteja sendo usada da melhor maneira.
A ideia (idéia) da língua é comunicar, mas se causar confusão exatamente nisso, coloco aqui meu apoio à licença poética na redação.




